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sábado, 11 de setembro de 2010

PROCEDIMENTOS ESPECIAIS PARA AEROPORTOS PELO MUNDO









Bem, agora que já vimos os principais conceitos sobre as facilidades que existem nos aeroportos, podemos partir para alguns detalhes muito importantes, tantos para os pilotos quanto para os controladores.



Marcas e sinais
Sobre as pistas:
Partindo do conceito de pista, temos as “cabeceiras das pistas”


(Conforme conceitos da ICAO e do FAA)



CABECEIRAS:
Indicam o início da parte da pista utilizável para pouso.


A cabeceira da pista é constituída de um padrão de listras longitudinais de dimensões uniformes dispostas simetricamente sobre a linha central da pista, para uma largura de pista de 45 m.
O número de listras devem estar em conformidade com a largura da pista como se segue:


Largura da pista de decolagem e o correspondente Número de listras :


18 m .....................4

23 m .....................6

30 m .....................8

45 m ...................12

60 m ...................16
VEJAM A FIGURA ACIMA.

NÃO PERCAM O PRÓXIMO ASSUNTO:
MARCAS DA ZONA DE TOQUE
(TOUCHDOWN ZONE MARKINGS)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

PROCEDIMENTOS ESPECIAIS PARA AEROPORTOS PELO MUNDO

Vejam mais este assunto interessante sobre os procedimentos especiais para os principais aeroportos no mundo:



conceituações de

“AERÓDROMOS, AEROPORTOS e as ÁREAS OPERACIONAIS”

comparações entre as normas ICAO e FAA.



AERÓDROMO: Conceituação ICAO
Uma área definida sobre terra ou água, incluindo-se prédios, instalações e equipamentos destinados ao uso no todo ou em parte para chegada, partida e movimentação de aeronaves na superfície. – ICAO Annexes 2,6, 11 and 14


AERÓDROMO: Conceituação FAA
Uma área definida sobre terra ou água, incluindo-se prédios, instalações e equipamentos destinados ao uso no todo ou em parte para chegada, partida e movimentação de aeronaves na superfície. – Aeronautical Information Manual.


AEROPORTO: Conceituação ICAO
A OACI não estabelece tal conceituação.
No Brasil, existe a conceituação para “Aeroporto” prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica - LEI Nº 7.565, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1986 - , a qual colocamos a seguir:
Art. 31. Consideram-se:
“I - Aeroportos os aeródromos públicos, dotados de instalações e facilidades para apoio de operações de aeronaves e de embarque e desembarque de pessoas e cargas;”


AEROPORTO: Conceituação FAA
Uma área definida sobre terra ou água, que é usada ou intenciona-se ser usada para pousos e decolagens, de aeronaves e inclui prédios e facilidades, se existirem. – Aeronautical Information Manual.


ÁREA DE POUSO, DE MANOBRAS E DE MOVIMENTO: Conceituação ICAO
ÁREA DE POUSO
: Que parte de uma área destinada à circulação de aterragem ou descolagem de aeronaves.

ÁREA DE MANOBRAS: A parte de um aeródromo a ser utilizado para a descolagem, aterragem e rolagem de aeronaves, excluindo Pátios.

ÁREA DE MOVIMENTO: A parte de um aeródromo a ser usado para a descolagem, aterragem e rolagem de aeronaves, composta de área de manobra e os pátios.


ÁREA DE POUSO, DE MANOBRAS E DE MOVIMENTO: Conceituação FAA

ÁREA DE POUSO: Qualquer localidade, seja por terra, água, ou estruturas, incluindo aeroportos / heliportos e campos de pouso intermediário, que é utilizado, ou que se destinem a ser utilizados, para o pouso e decolagem de aeronaves.
ÁREA DE MOVIMENTO: pistas, taxiways, e outras áreas do aeroporto / heliporto que são utilizados para rolagem, taxiamento, decolagem e aterrissagem das aeronaves, e exclui as rampas de carga e áreas de estacionamento. Nesses os aeroportos / heliportos com uma torre de controle, a aprovação para a entrada nesta área deve ser obtida a partir de ATC.

ÁREA DE NÃO MOVIMENTO: taxiways e pátio (rampa) áreas que não estejam sob o controle de tráfego aéreo.


PISTA: Conceituação ICAO
PISTA:
A área definida retangular em um aeródromo terrestre preparada para aterragem e descolagem de aeronaves.

PISTA: Conceituação FAA

PISTA: A área definida retangular em um aeroporto terra preparada para o pouso e decolagem de aeronaves ao longo de seu comprimento. Pistas são normalmente numerados em relação à sua direção magnética arredondado para mais próximo dos 10 graus, por exemplo, uma pista de decolagem, pista 25.
Como podemos observar, em termos conceituais não diferenças significativas entre o estabelecido pela ICAO e pela FAA.


AGUARDEM EM BREVE O ESTUDO SOBRE SINALIZAÇÃO E MARCAS DE AEROPORTOS.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

PROCEDIMENTOS RNAV

Assunto também bastante interessante são as STAR´s, e mais recentemente as RNAV STAR´s.
Como já mencionamos anteriormente, a informatização, quer seja de novos equipamentos e tecnologias incorporando utilização do CNS-ATM para o ATS, assim como, sistemas operacionais e de navegação para a Aviação, são temas incontestáveis e irreversíveis e estão presentes em todos os setores e permitem hoje o acesso a lugares e aeroportos, pelo meio aeronáutico empregando grandes aeronaves com extrema segurança, como por exemplo a operação no Aeroporto de LIN ZHI, no Tibet, desde 2006, pela AIR CHINA, com aeronaves Boeing 767 .
O emprego de sistemas operacionais automatizados, de vôo e de navegação, nas aeronaves, têm normatividade legal estabelecida pela ICAO, pelo FAA e autoridades regionais e locais.
A seguir, relacionamos algumas dessas normas:
OACI, doc´s 8168 e 9750 - Organizaçãode Aviação Civil Internacional
FAA, Aeronautical Information Manual - AIM -Capítulo 5- Seção 4 e item 5-4-1, Federal Aviation Administration

quinta-feira, 15 de julho de 2010

A importância do Conhecimento das Regras Internacionais

Como Salientamos acima a importância de se realizar um bom Treinamento de Tráfego Aéreo Internacional está (mas também não se resume apenas), na expectativa das Autoridades Mundiais quando estabelecem suas diferenças em relação às normas preconizadas pela ICAO (International Civil Aviation Organization) , através das suas próprias recomendações, normas e procedimentos, é de que os Pilotos conheçam e as sigam, quando efetuam vôos em território estrangeiro. Tanto para os Pilotos como para os Controladores, o simples conhecimento não basta, É NECESSÁRIO QUE NA HORA DA OPERAÇÃO, TODO O CONHECIMENTO TEÓRICO, SEJA COLOCADO EM PRÁTICA.
A razão é bastante simples e óbvia, mas revestida de extrema importância:
É a segurança de vidas humanas
(Como todos sabemos um bem Inestimável.